Foto – Tabata Amaral.
Recentemente, entrou em tramitação na Câmara dos Deputados o
projeto de lei 1424/2026, de autoria de Tabata Amaral (PSB-SP), Gilberto Abramo
(Republicanos-MG), Geovania de Sá (PSDB-SC), Kim Kataguiri (Missão-SP), Heloísa
Helena (Rede-RJ), Paulinho da Força (Solidari-SP), Luiz Philippe de Orleans e
Bragança (PL-SP), Eduardo Pazuello (PL-RJ), entre outros políticos de diversas
colorações partidárias.
O projeto foi apresentado em 26 de março do presente ano e
em sua ementa propõe “define anti-semitismo (ou seja, o ódio, antipatia em
relação aos judeus) com a finalidade de instruir as políticas públicas
nacionais”. Ainda segundo a proposta do PL, o anti-semitismo vai passar a ser
equiparado ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não
podendo ter prescrição e nem fiança.
Também de acordo com o projeto, um ato é considerado como
anti-semita quando os alvos dos ataques (quer sejam pessoas ou bens) são
escolhidos porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo associações
comunitárias e instalações religiosas.
No papel, tudo parece muito bonito. A própria Tabata Amaral nega
que o projeto em questão limite a liberdade de expressão. Mas, como diz o velho
ditado, de boas intenções o inferno está cheio. Leis como essa são que nem a
recém-aprovada Lei Felca (vulgo Felipe Neto 2.0), por exemplo. Leis como o PL
1424/2026, a lei Felca (também conhecida como ECA Digital, prevê normas para a
proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais) e a lei da proibição
de veiculação de publicidade infantil na TV aberta brasileira de 2014 são como
um iceberg flutuando no mar.
Na superfície, vemos as boas intenções das mesmas, a
retórica bonita daqueles que propõem a lei. Tudo muito bonitinho e etc. Boas
intenções e retórica bonita essas que na verdade escondem a parte do iceberg
oculta sobre o mar. E é aí onde está o perigo por trás do PL 1424/2026.
Primeiro de tudo, o que a lei em questão define por
anti-semitismo do ponto de vista jurídico? Só para começo de conversa, os
parâmetros desta lei são baseados nos da Aliança Internacional para a Memória
do Holocausto (IHRA). Definições essas que são objetos de crítica por juristas
e relatores da ONU por seu caráter aberto.
Uma das coisas que me estranha muito nesse PL é o timing do
mesmo. Bem no momento em que Estados Unidos e Israel, no afã de desviar a
atenção dos desdobramentos do caso Epstein (no qual a nata da política
americana, assim como figurões da política israelense e da realeza europeia,
está envolvida até o pescoço), movem uma guerra contra a República Islâmica do
Irã.
E outra coisa que também me chama e muito a atenção sobre o
PL 1424/2026 é que um dos que o apoiam é a patética e ignóbil figura de Luiz
Phillipe de Orleans e Bragança, deputado federal pelo Partido Liberal por São
Paulo e descendente da família real brasileira, deposta em 1889 por conta do
golpe republicano liderado pelo marechal Deodoro da Fonseca.
Surpresa zero o nome dele estar associado a esse PL. Visto
que o deputado príncipe, em 10 de novembro do ano passado, publicou na Gazetado Povo a coluna “O Brasil e a próxima Guerra Santa”, onde ele discorre sobre
riscos associados ao que ele chama de civilização ocidental advindos da
migração islâmica e uma possível imposição da lei da šariah, advogando que o
Brasil se posicione em uma espécie de nova cruzada travada na esfera política
para proteção contra essa ameaça. Ou seja, ele quer trazer ao Brasil problemas
que nem são nossos como toda essa histeria anti-islâmica vinda de círculos de
extrema direita da Europa e dos Estados Unidos (para ver como até nisso a nossa
direita, assim como a esquerda, adora copiar o que há de pior na gringa). Como consequência, a coluna recebeu críticas
do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Londrina, que a considerou promotora de
intolerância religiosa e generalizações contra muçulmanos. Em resposta ao
artigo do Deputado Príncipe, Mansur Peixoto, do canal História Islâmica, postou
um vídeo de reação rebatendo às ilações dele.
O Deputado Príncipe é uma das muitas figuras da direita católica que bem no momento da guerra Epstein contra o Irã embarcaram em campanhas de ódio contra o Islã, junto com o Centro Dom Bosco e outras tantas. A mesma gente que não raro também demonstra ódio rábico pela Rússia, a ponto de evocar o Terceiro Segredo de Fátima bem no momento em que a Rússia lançou a Operação Militar Especial contra a Ucrânia a partir de 2022 com toda aquela lorota de que a nação de Gogol, Puškin e Prokofiev iria espalhar seus erros pelo mundo. Pelo visto, eles odeiam a Rússia quer seja como Império tzarista, quer seja como União Soviética, quer seja como República Federativa.
Foto – Luiz Phillipe de Orleans e Bragança, o deputado príncipe.
Vejam só o paradoxo: o mesmo deputado príncipe que faz
histeria anti-islâmica e até mesmo advoga novas cruzadas contra o Islã, apoia
um projeto de lei que (ao menos na ementa) diz que combater o anti-semitismo
(ou seja, a secular antipatia contra os judeus).
O que mosta por A+B que, no fim das contas, a Tabata Amaral não passa de um chamariz, a parte visível da coisa toda. Quando vemos que por baixo do mar se escondem figuras venais como Heloísa Helena, Paulinho da Força, Pazuello e o deputado príncipe, além do apoio que recebe de organizações como a StandwithUs (um dos principais grupos que atuam em defesa de Israel pelo mundo, cujo presidente aqui no Brasil é André Lajst – o mesmo André Lajst que recentemente travou com debate com Mansur Peixoto), vemos que há bem mais coisas em jogo por trás do PL 1424/2026. E também vemos quão patética e inexpressiva a Tabata Amaral é.
E conhecendo a índole de muitos desses que apoiam o PL, é
razoável supor que este PL na verdade vai se transformar em uma grande
ratoeira, um meio para criminalizar toda e qualquer crítica que se possa fazer
ao estado de Israel sob o pretexto do combate ao anti-semitismo. É um iceberg
que inexoravelmente irá se chocar contra nós, assim como o iceberg que se
chocou com o navio Titanic em 1912 e o jogou para dentro das gélidas águas do
Atlântico Norte.
E o que me espanta é também o fato de que esse PL não veio de um sionista de carteirinha como o Jair Bolsonaro ou seus filhos (que já desfilaram pelas ruas de Israel com camisa da IDF e do Mossad), e sim de uma figura dita de esquerda, que começou sua carreira política pelo PDT, o mesmo PDT de Brizola e Darcy Ribeiro, e que hoje é filiada ao PSB (Partido Socialista Brasileiro). Certamente o velho caudilho e Darcy Ribeiro devem estar se revirando em seus respectivos túmulos.
Foto – Eduardo e Carlos Bolsonaro desfilando pelas ruas de Israel com camisetas da IDF e do Mossad.
Não é de hoje que círculos sionistas usam como carteirada
para calar seus críticos a equiparação de anti-sionismo a anti-semitismo. E não
raro usam citações do Reverendo Martin Luther King, uma das grandes lideranças
do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos, para legitimar tal posição.
Que fique bem claro uma coisa: quando falarmos em sionismo,
há de se ter em mente o seguinte. Que nem todo judeu é sionista, assim como nem
todo sionista é judeu. Vide exemplos como o dos judeus ortodoxos da Neturei
Karta, ou de Norman Gary Filkenstein, autor do livro "A indústria do Holocausto", nem um pouco simpáticos ao sionismo. E no sentido contrário o apoio que
a causa sionista recebe de expressivos setores de denominações neopentecostais,
o chamado sionismo cristão.
A respeito da relação entre sionismo e anti-semitismo, o que
a história em realidade mostra é o contrário do que certos grupos sionistas
ventilam por aí. Os sionistas, tanto antes quanto depois da fundação do estado
de Israel, nunca tiveram o menor pudor em colaborar com a nata do
anti-semitismo europeu, desde a época do caso Dreyfus e dos pogroms da Rússia
Imperial tardia.
O próprio fundador do movimento sionista, Theodor Herzl, que
à época do caso Dreyfus serviu como correspondente de um jornal vienense em
Paris, esteve em contato com os principais anti-semitas da época. Segundo Ernst
Pawel em sua biografia sobre Herzl, “Labirinto do Exílio”, os mesmos que
financiaram e editaram o periódico “La Libre Parole”, que advogava uma
plataforma de “defesa da França Católica contra ateus, republicanos,
franco-maçons e judeus”, periodicamente convidada Herzl para suas residências.
Em 1896, Herzl lançou o livro “Der Judenstaat” (“O Estado
judeu”, em alemão). À época, o livro de Herzl foi amplamente depreciado pelas
lideranças judaicas da época, as quais viam a si mesmas como cidadãos franceses,
alemães, ingleses, austríacos ou italianos de origem e religião judaica. Mas o
mesmo não pode ser dito a respeito dos anti-semitas de sua época. Estes
elogiaram o trabalho de Herzl. Uma das primeiras revisões do livro de Herzl
apareceu no “Westungarischer Grenzbote” (em alemão “Mensageiro fronteiriço da
Hungria Ocidental”), jornal anti-semita de Bratislava publicado por Ivan von
Simonyi, membro da dieta húngara, o qual não apenas elogiou o livro de Herzl,
como também pagou ao próprio Herzl uma visita pessoal.
A respeito de Ivan von Simonyi, Herzl diz as seguintes
palavras em seu diário:
“Meu estranho seguidor, o anti-semita de Bratislava Ivan von
Simonyi veio me ver. Um sexagenário hipervivo, hiperfalante com uma estranha
simpatia pelos judeus. Balança para frente e para trás entre fala perfeitamente
racional e total absurdo, acredita no libelo de sangue e ao mesmo tempo vem com
as mais sensíveis ideias modernas. Me ama”.
O próximo passo de Herzl foi se encontrar com o ministro do
interior russo, Vjačeslav Konstantinovič Plehve. Plehve foi um dos principais
incitadores de pogroms da Rússia Imperial tardia, nos quais judeus eram
linchados, feridos e por vezes mortos pelo populacho e milícias leais ao poder
tzarista, entre eles cossacos e o movimento centúrias negras. Um desses pogroms
teve lugar na cidade de Kišinev (atual Moldávia), em abril de 1901, no qual 48
judeus foram mortos e mais centenas de feridos.
O líder cultural judaico Chaim Žitlovskij ficou furioso com
Herzl por ter negociado com Plehve. A Žitlovskij, Herzl respondeu da seguinte
maneira: “Eu tenho uma promessa vinculativa de Plehve de que ele irá adquirir
uma carta pela Palestina por nós em 15 anos no exterior. Há uma condição,
entretanto, os revolucionários devem parar sua luta contra o governo russo”.
Em agosto de 1903, Plehve e Herzl se encontraram em São
Petersburgo e discutiram o estabelecimento de sociedades sionistas na Rússia. O
próprio Plehve propôs um requerimento por parte do governo russo ao Império
Otomano para obter um alvará para a colonização judaica na Palestina. Um ano
depois, tanto Herzl quanto Plehve vieram a óbito. O primeiro por complicações
decorrentes de uma pneumonia, e o segundo assassinado por meio de um atentado a
bomba em São Petersburgo.
E o colaboracionismo do sionismo com a Rússia Imperial não
para por aí. O chefe da Okhrana (a polícia secreta tzarista) em Moscou na
época do reinado de Nicolau II (r. 1894 – 1917), Sergej Vasil’evič Zubatov, era
simpático ao sionismo como uma forma de calar a oposição judaica ao regime
tzarista. Zubatov e outros anti-semitas de seu tempo ficaram encantados com o
sionismo, visto que havia uma convergência de interesses entre as duas partes: por
meio do sionismo e a emigração à Palestina Zubatov e sua laia se livravam dos
judeus em território russo, e os sionistas por meio da imigração à Palestina
visando a criação de um estado judaico iam embora da Rússia. Dessa forma, nem
um e nem outro almejavam resolver a situação de miséria e desespero que os
judeus russos passavam à época.
Os sionistas serviram a Zubatov como espiões e subversores
do Bund (um dos principais grupos de oposição judaica ao poder tzarista), e
assim o Bund e outros grupos opositores eram exterminados com o sinal verde dos
sionistas.
Após a queda do regime imperial na Rússia, o líder sionista
revisionista Vladimir Žabotinskij fez acordos com o líder reacionário ucraniano
Simon Petljura. As forças de Pletjura aniquilaram as vidas de cerca de 100 mil
judeus no período de 1918 a 1921.
Mas a cereja do bolo ainda estava por vir. Em 1933, sobe ao
poder na Alemanha Adolf Hitler.
Quando Hitler subiu ao poder na Alemanha, um boicote econômico
mundial à Alemanha foi conclamado por organizações judaicas. E lá estava a
organização sionista da Alemanha para furar o boicote. Em 1935, os sionistas,
no Congresso Sionista Mundial, decidiram por meio da empresa Hanotea importar
bens de origem alemã e exportar seus próprios bens ao país, ao mesmo tempo em
que também transferiam judeus da Alemanha para a Palestina por meio do Tratado
Ha’avara.
Os conchavos entre nazistas e sionistas não apenas ajudaram à Alemanha hitlerista a escapar de sanções internacionais (com o acordo de transferência Ha’avara sendo celebrado através de uma moeda comemorativa que estampa a suástica em um dos lados e a Estrela de David de outro), como também armas alemãs (entre elas metralhadoras e pistolas Mauser) passaram a abastecer milícias sionistas na Palestina como o Irgun e o Haganah. Uma vez em mãos de milícias como o Irgun e o Haganah, estes passaram as armas de origem alemã para promover limpezas étnicas da população de origem árabe-palestina.
Um dos principais ideólogos do nazismo, Alfred Rosenberg,
autor do livro “O mito do século XX”, também se mostrou simpático ao sionismo,
com as seguintes palavras:
“O sionismo deve ser vigorosamente apoiado para que um certo
número de judeus alemães seja transportado anualmente à Palestina, ou pelo
menos forçados a deixar o país”.
Foto – “Um nazista viaja à Palestina e fala sobre isso em ataque“. Moeda da época da Alemanha nazista, com a estrela de David de um lado e de outro a suástica nazista, datada de 1934.
Dessa forma, levando em consideração a história do sionismo
desde seus primórdios, não só podemos dizer que não faz sentido algum
categorizar anti-sionismo como equivalente de anti-semitismo, como podemos ir
mais além: na verdade, há uma relação dialética entre sionismo e
anti-semitismo. Um retroalimenta o outro e vice-versa a ponto de um não existe
sem o outro.
Dessa forma, parafraseando o que o velho Brizola e Darcy
Ribeiro diziam sobre o PT ainda nos anos 1980 e 1990, o sionista é o judeu que
o anti-semita gosta. E o exemplo histórico da admiração que Ivan von Simonyi tinha por Herzl e a colaboração dos sionistas russos
com o aparato repressivo tzarista na figura de Zubatov são exemplos cabais e ilustrativos disso.
No fim, anti-semitismo e sionismo são como, por exemplo, as
faces do deus Janus na mitologia romana, o yin e o yang no taoísmo ou os
personagens Piccolo e Kami Sama em Dragon Ball. Uma grande unidade
contraditória, em que um completa o outro. Resumindo a ópera: o sionismo, ao
invés de resolver os problemas que afligem aos judeus, na verdade vive destes
mesmos problemas e ainda por cima os agrava.
Em 2018, publiquei neste espaço alguns textos do portal Radio Islam sobre a história dos conchavos entre sionistas e anti-semitas, dentro do contexto da eleição de Jair Bolsonaro à presidência da República, e que eu mesmo traduzi do espanhol e do inglês para o português.
Sionismo e anti-semitismo - uma estranha aliança ao longo da história
O mito do anti-fascismo sionista
À época, cheguei
a ficar preocupado com o fato de que críticas ao estado de Israel pudessem ser
criminalizadas legalmente. Pelo visto, isto está para acontecer, mas não vindo
de Bolsonaro pai ou seus filhos, ou qualquer outro representante da direita
filo-sionista brasileira, e sim de uma deputada que foi do PDT e hoje é do PSB.
E mais um detalhe: isso pode vir a acontecer sob as asas de um governo dito de
esquerda, o governo Lula 3.0.
E se um dia esse PL virar lei, é capaz que até mesmo a
abordagem do passado sombrio dos sionistas e todos os conchavos que eles
fizeram com a nata do anti-semitismo europeu, incluindo incitadores de pogroms
como Plehve, Zubatov e Petljura, ou mesmo o acordo Ha’avara que os sionistas
alemães fizeram com o Terceiro Reich, os elogios que o próprio movimento
sionista recebeu de importantes anti-semitas europeus do final do século XIX e
primeira metade do século XX, também será sujeita à mordaça sob o pretexto do
combate ao anti-semitismo. Até mesmo a abordagem da questão do colaboracionismo
judaico com a Alemanha nazista e o fato de que muitos dos kapos dos campos de
concentração nazistas eram eles mesmos judeus, também passará pelo mesmo
escrutínio.
Como também o fato de que foi a vanguarda sionista que
introduziu no Oriente Médio o conceito de guerra urbana via atentados
terroristas e organização de grupos paramilitares. E que importantes figuras da
política israelense tais como Yitzhak Šamir, David Ben Gurion e Menachem Begin
estiveram envolvidos em grupos como o Irgun, o Haganah e o Stern antes mesmo da
fundação do estado de Israel, tendo tomado parte em episódios como o massacre
de Deir Yasin, o atentado ao hotel King David e o assassinato do conde sueco
Folke Bernadotte (algo sobre o qual Bolsonaro e seus filhos se calam). A questão da indústria ideológica em torno do Holocausto que surgiu após o fim da guerra e que justifica o projeto sionista no Oriente Médio, similar à indústria em torno do Holodomor que a Ucrânia criou após o fim da União Soviética. Será
que até isso estará submetido à mordaça?
Fontes:
Conteúdos islamofóbicos no Brasil por católicos. Disponível
em: https://historiaislamica.com.br/conteudos-islamofobicos-por-catolicos-no-brasil/
Israel na visão de Martin Luther King. Disponível em: https://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/2973224/jewish/Israel-na-viso-de-Martin-Luther-King.htm
Não há comparação mais justa do que a feita entre Israel e
nazismo. Disponível em: https://historiaislamica.com.br/nao-ha-comparacao-mais-justa-do-que-a-feita-entre-israel-e-o-nazismo/
Luiz Phillipe de Orlenas e Bragança. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Luiz_Philippe_de_Orl%C3%A9ans_e_Bragan%C3%A7a
PL 1424/2026. Disponível em: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2612333
Projeto equipara anti-semitismo a crime de racismo.
Disponível em: https://www.camara.leg.br/noticias/1261955-projeto-equipara-antissemitismo-a-crime-de-racismo/




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